quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Epilogo Do Sono
Deito-me na cama, já é tarde, tarde da noite, não tarde para algo que já aconteceu ou virá a acontecer, não, é cedo, bem cedo, olho pro teto e percebo que é só o começo, o começo de nossas vidas juntas, traçando o mesmo caminho, lado a lado, porque é você que minha mente busca antes de fechar os olhos e dormir, quando me levanto, quando respiro, quando corro em direção aos seus braços... É só o começo, o começo de não um, mas dois futuros, o nosso futuro, juntos.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A neve e o fogo.
Em meio a neve o horizonte se escondia atrás da névoa, era tudo branco, branco e gelado, de uma forma como nunca tinha visto antes, roupas quentes e aconchegantes pouco adiantavam, já que o vento fazia questão de vir em direção contrária. O gelo começava a congelar as extremidades dos dedos, tanto os das mãos quanto os dos pés. Quando de repente algo bate forte em suas costas, antes de perder a consciência, percebe ser um urso, em fração de segundos a visão escurece e a visão antes branca torna-se totalmente escura.
O clima agora é outro, parece ser uma caverna com uma pequena luz à frente, mas não a “luz no fim do túnel” e sim uma luz de tocha, radiante, esperando pra ser apanhada e iluminar o caminho do primeiro ser que por ali passasse. Era possível ouvir son estranhos vindo de uma parte mais profunda da caverna, sons de pingos, caindo um à um numa pequena sinfonia de desespero, medo e escuridão. Enquanto caminha se aproxíma de uma bifurcação, deu um lado, os sons desconhecidos onde uma leve brisa podia ser sentida, do outro, as calmas gotas de agua. Nesse momento a dúvida começa a ser uma perigosa inimiga, o calmo caminho que induz por curiozidade ou o caminho agitado que induz por medo?
Decidiu então ir pelo lado dos sons estranhos, preferiu enfrentar seu mendo juntamente com aquilo que já era certeza do que enfrentar o silêncio, o incerto. Havia algo alí que o separava de seu caminho, mas e o que era? Quanto mais caminhava mais o som aumentava, junto com a brisa. Descobriu então que os sons vinham do lado, de outra parte da caverna quem sabe, e que acabara de se livrar do medo do desconhecido, a brisa foi aumentando cada vez mais, até que a saida podia ser vistá de longe, onde a luz da tocha já não era mais necessária. Antes que pudesse deixar a caverna, acordou, um sonho bizarro, ou talvez um pesadelo? Quantas vezes nos perdemos à procura de um caminho de volta e somos surpreendidos pela tristeza em meio à solidão? Quantas vezes vamos deixar o medo controlar a situação e vamos insistir no caminho que no fim não leva a lugar algum? Escolha com sabedoria, quem sabe os resultados finais possam ser melhores que o esperado.
O clima agora é outro, parece ser uma caverna com uma pequena luz à frente, mas não a “luz no fim do túnel” e sim uma luz de tocha, radiante, esperando pra ser apanhada e iluminar o caminho do primeiro ser que por ali passasse. Era possível ouvir son estranhos vindo de uma parte mais profunda da caverna, sons de pingos, caindo um à um numa pequena sinfonia de desespero, medo e escuridão. Enquanto caminha se aproxíma de uma bifurcação, deu um lado, os sons desconhecidos onde uma leve brisa podia ser sentida, do outro, as calmas gotas de agua. Nesse momento a dúvida começa a ser uma perigosa inimiga, o calmo caminho que induz por curiozidade ou o caminho agitado que induz por medo?
Decidiu então ir pelo lado dos sons estranhos, preferiu enfrentar seu mendo juntamente com aquilo que já era certeza do que enfrentar o silêncio, o incerto. Havia algo alí que o separava de seu caminho, mas e o que era? Quanto mais caminhava mais o som aumentava, junto com a brisa. Descobriu então que os sons vinham do lado, de outra parte da caverna quem sabe, e que acabara de se livrar do medo do desconhecido, a brisa foi aumentando cada vez mais, até que a saida podia ser vistá de longe, onde a luz da tocha já não era mais necessária. Antes que pudesse deixar a caverna, acordou, um sonho bizarro, ou talvez um pesadelo? Quantas vezes nos perdemos à procura de um caminho de volta e somos surpreendidos pela tristeza em meio à solidão? Quantas vezes vamos deixar o medo controlar a situação e vamos insistir no caminho que no fim não leva a lugar algum? Escolha com sabedoria, quem sabe os resultados finais possam ser melhores que o esperado.
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